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Loja Virtual e Delivery

Modo Delivery: o que eu configurei antes do primeiro pedido

Tudo o que precisa estar decidido antes de abrir a entrega própria, do script de banco à fila que chega na cozinha.

WAEquipe WebajatoPublicado em Atualizado em 10 minNível Intermediário
Ilustração do módulo Loja Virtual e Delivery da plataforma Webajato

O primeiro dia de entrega própria foi uma tarde inteira de correria. O modo delivery estava ligado, os pedidos entravam, e alguém tinha que gritar cada um deles para a cozinha porque a sincronização não tinha sido testada. Sete pedidos e já estava um caos. Eu tinha configurado o que aparecia na tela e esquecido do que acontece atrás dela.

O recurso é configurável e aceita catálogo vindo da Loja ou do Foods, taxa de entrega por bairro com fallback, valor fixo ou cotação SuperFrete, pedido mínimo, finalização e rastreamento, além de sincronizar os pedidos com a Central de Pedidos e o KDS do Foods.

Diferente de um site com envio, o delivery tem janela curta. O pedido nasce, é preparado e sai em minutos. Qualquer configuração ambígua vira problema na mesma hora, não pendência para a semana que vem. Para a política de área e valores, veja taxa de entrega por bairro.

Pré-requisitos do modo delivery

  • Script manual `database/loja_modo_delivery.sql` aplicado no ambiente.
  • Script manual `database/loja_cliente_tokens.sql` aplicado, para os tokens de cliente.
  • Host configurado, porque o tenant é identificado por ele.
  • Frete definido de verdade, e não rascunhado.
  • Pagamento configurado no Hub, com credencial e ambiente conferidos.

Nenhum desses itens é opcional. O recurso depende dos scripts manuais e das configurações reais de host, frete e pagamento para funcionar de ponta a ponta. Pular um deles produz falha que parece aleatória e consome uma tarde inteira de investigação.

O Modo Delivery aceita catálogo originado da Loja ou do Foods. Isso não é preferência visual: define onde o item é mantido, como o preço é administrado e por qual caminho o pedido chega à produção. Cardápio estruturado tende a se dar melhor com a origem Foods. Varejo de produto embalado costuma ficar na Loja.

Os critérios objetivos, com os dois cenários lado a lado, estão em catálogo da Loja ou do Foods.

Configuração, na ordem que eu sigo hoje

  1. Aplique os scripts manuaisAntes de habilitar qualquer coisa. Sempre antes.
  2. Habilite o Modo DeliveryAtive na configuração da loja virtual e confirme o host que vai atender.
  3. Defina a origem do catálogoLoja ou Foods, conforme a natureza do que você vende e produz.
  4. Configure a cobrança de entregaTaxa por bairro com fallback, valor fixo ou cotação SuperFrete.
  5. Estabeleça o pedido mínimoSe fizer sentido, defina o corte e garanta que ele apareça antes da finalização.
  6. Valide a sincronização com a produçãoConfirme que os pedidos chegam à Central de Pedidos e ao KDS. Esse foi o passo que me faltou.
  7. Teste finalização e rastreamentoPedidos reais de valor baixo, acompanhados até a entrega concluída.

A cozinha precisa enxergar a fila sozinha

Os pedidos do delivery são sincronizados com a Central de Pedidos e o KDS do Foods. Essa integração é o que elimina a etapa manual de retransmitir pedido para a produção, que é onde a maior parte dos erros acontece: item trocado, observação perdida, endereço mal digitado, complemento que ficou no papel.

Pedido mínimo, finalização e rastreamento

Os três andam juntos no Modo Delivery. O rastreamento é o que corta a maior parte do contato de pós-venda, porque responde sozinho a pergunta mais repetida do delivery. Quem espera comida quer saber onde ela está, e vai perguntar se você não contar antes.

RecursoO que ele fazO que você ganha
Pedido mínimoDefine um valor de corteProtege a margem nas faixas distantes
Taxa por bairroAproxima cobrança do custoReduz prejuízo por deslocamento
FallbackResponde fora da coberturaEvita checkout travado e venda perdida
RastreamentoInforma o andamentoMenos mensagem perguntando do pedido
Sincronização com KDSLeva o pedido à produçãoNinguém precisa retransmitir nada

Pagamento no delivery é o mesmo caminho

O pagamento online e a consulta de status seguem pelo Hub de Pagamentos, igual ao resto da loja. Credenciais, ambiente, meios aceitos e prioridade por empresa, com webhooks idempotentes sustentando a mudança de estado. Os detalhes estão em pagamento online na loja virtual.

O que aparece na primeira semana

  • Bairro sem faixa e sem fallback, travando o checkout de quem queria comprar.
  • Pedido mínimo ligado, porém comunicado só na hora de finalizar.
  • Origem de catálogo trocada no meio do caminho, gerando divergência de preço.
  • Sincronização testada só com um pedido, e a fila desmoronando no pico.

Próximo passo

Terminada a configuração, o desafio vira rotina. Monte o dia a dia com a rotina diária do delivery e alinhe a produção com o módulo de food service.

Perguntas frequentes

O que dá para configurar no Modo Delivery?
Catálogo vindo da Loja ou do Foods, taxa de entrega por bairro com fallback, valor fixo ou cotação SuperFrete, pedido mínimo, finalização e rastreamento, mais a sincronização com a Central de Pedidos e o KDS do Foods.
Quais scripts manuais são exigidos?
O Modo Delivery e os tokens de cliente pedem `database/loja_modo_delivery.sql` e `database/loja_cliente_tokens.sql`, além de host, frete e pagamento configurados de verdade.
O pedido chega sozinho na cozinha?
Chega, pela sincronização dos pedidos do delivery com a Central de Pedidos e o KDS do Foods. É isso que tira a retransmissão manual do meio do caminho.
Posso usar o mesmo catálogo da loja no delivery?
Pode. A origem do catálogo é configurável entre Loja e Foods, conforme o tipo de item e a forma como você mantém o cadastro.
Como o cliente acompanha a entrega?
Pelo rastreamento do delivery, que faz parte do conjunto de pedido mínimo, finalização e rastreamento. É o recurso que mais reduz mensagem de pós-venda.
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