
O produto aparece com foto
O catálogo abre por categoria, com foto e busca por nome. Preço e saldo saem do mesmo cadastro que o estoque enxerga — não de uma segunda lista.
Comércio conectado
Cadastre, venda, acompanhe o estoque e organize o caixa em um fluxo comercial que conversa com o financeiro e o fiscal.
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O que muda na rotina
Na maioria das lojas o produto é cadastrado em um lugar, vendido em outro e contado num terceiro. Cada digitação repetida é uma chance de o preço do caixa não bater com o da etiqueta, e de o saldo da tela não bater com o da prateleira. Quando a divergência aparece, ninguém consegue dizer onde ela nasceu.
Aqui o item é cadastrado uma vez e serve o balcão, o orçamento, o pedido, a nota e o estoque. Ao fechar a venda, é a mesma transação que grava os pagamentos e movimenta o saldo — e quem confere o estoque no dia seguinte enxerga a origem de cada movimento, com data, quantidade e quem lançou.
Como o item anda
Na frente, a venda acontece em segundos. Atrás, o estoque precisa continuar contando a verdade. Os dois caminhos mexem no mesmo número, e por isso vale ver os dois lado a lado.
Do atendimento ao cupom, sem tirar a mão do teclado.

O catálogo abre por categoria, com foto e busca por nome. Preço e saldo saem do mesmo cadastro que o estoque enxerga — não de uma segunda lista.

O campo de leitura fica sempre em foco, à prova de scanner. Bipar o mesmo produto de novo soma na linha que já existe, e o formato quantidade × código lança várias unidades de uma vez.

Várias formas na mesma venda, com o valor restante já preenchido a cada lançamento. O troco só aparece quando existe dinheiro suficiente lançado — e o total é recalculado no servidor antes de gravar.

Venda, itens, pagamentos e baixa de estoque entram em uma transação só. O cupom não fiscal de 80 mm sai na sequência; a NFC-e é opcional e depende da configuração fiscal da empresa.
A mesma peça, vista pelo lado de quem repara, conta e separa.

A entrada pode ser digitada ou nascer do XML do fornecedor. No caminho do XML existe uma tela de conferência: nada vira reposição de verdade antes de alguém olhar item por item.

Código de barras, SKU e nome levam ao mesmo cadastro usado no PDV. O aparelho de leitura é escolha da sua operação e precisa ser confirmado no cenário real.

O inventário nasce com a lista do catálogo da empresa e recebe a contagem item a item. Ele guarda o que foi contado — aplicar a diferença ao saldo continua sendo uma decisão sua.

A saída manual subtrai do saldo e guarda produto, quantidade, data e observação. Excluir a saída devolve a quantidade ao produto, e a tela avisa disso antes de confirmar.
Vale saber desde já: a saída manual não trava em saldo zero. Se a quantidade retirada for maior que a disponível, o saldo fica negativo e aparece assim no relatório. É proposital — esconder a divergência atrás de um piso zero só adia o problema —, mas exige disciplina de quem lança.
Especificações
Abra apenas o bloco que interessa. O resto continua fora do caminho.
Para quem é
Fila curta, leitura de código e caixa fechado com conferência no fim do dia.
Cor e tamanho com saldo, código, preço e validade próprios de cada combinação.
Orçamento que vira venda sem redigitar, e pedido acompanhado por etapa no quadro.
Um item na venda, vários na baixa e na nota, com a receita daquele dia preservada.
Cada empresa com seu catálogo e seu saldo, e cada usuário com o que lhe cabe.
Integrações e pré-requisitos
Preferimos dizer isso antes da contratação, e não durante a implantação.
Nada aqui promete conformidade fiscal completa nem integração universal. Emissão fiscal, gateways e canais externos dependem de configuração, credenciais e homologação no seu ambiente. Preferimos combinar o que entra e o que fica de fora antes da proposta.
Evolução documentada · 14/08/2026
Cada entrega tem plano, validação e limitações registradas. É de lá que sai o que está descrito nesta página.
Tela em quatro zonas, catálogo com foto, leitura à prova de scanner, pagamento dividido, troco automático, operação completa de caixa e autorização de supervisor. Validado ponta a ponta com caixa, produto e venda reais.
O escopo dos dois sistemas passou a ser documentado item a item, separando o que está comprovado no código do que ainda precisa de validação. Esta página só afirma o que está do lado comprovado.
Kits ganharam cadastro próprio, composição guardada em histórico, rateio do total e expansão fiscal dos componentes, e passaram a ser compartilhados pelos fluxos de venda, pedido, orçamento, loja e nota.
A disponibilidade de cada recurso depende dos scripts aplicados na implantação e da homologação contábil e fiscal do ambiente.
Perguntas rápidas
Não trabalhamos com promessa de operação offline. O PDV é uma tela web: depende de conexão com o servidor para consultar o catálogo, gravar a venda e movimentar o saldo. Se a sua loja convive com queda de link, isso precisa entrar na conversa antes da contratação, e não durante a implantação.
Não exigimos equipamento proprietário. O campo de leitura fica sempre em foco, aceita o formato quantidade × código para lançar várias unidades de uma vez e o cupom não fiscal sai no formato de 80 mm. Ainda assim, leitor, impressora e rede precisam ser confirmados no seu cenário real: não afirmamos compatibilidade com qualquer periférico.
Essas ações pedem autorização de supervisor na hora, com usuário e senha de quem tem permissão de caixa. São cinco ações protegidas: cancelar item, cancelar a venda, aplicar desconto acima do limite, lançar sangria e fechar o caixa. A liberação gera um código de uso único com 60 segundos de validade, consumido na própria ação. Não existe aprovação de desconto em vários níveis: é uma liberação pontual e registrada.
Na finalização da venda, dentro da mesma transação que grava a venda, os itens e os pagamentos. Se algo falhar no meio do caminho, nada fica gravado pela metade. Reposição e saída manuais são movimentos separados: a reposição soma ao saldo, a saída subtrai, e excluir qualquer um dos dois desfaz o efeito.
Sim. A grade é montada por atributos e combinações, e cada combinação guarda saldo, validade, código, preço e dados fiscais próprios. O produto base continua com o saldo dele, então vale definir na implantação qual dos dois comanda a sua operação.
Não. O inventário nasce com a lista do catálogo da empresa e guarda a contagem que você registrou, item a item. Ele não aplica a diferença ao saldo automaticamente: o ajuste continua sendo uma decisão sua, lançada como entrada ou saída, com origem, data e responsável. Preferimos assim, porque um ajuste sem origem esconde o problema em vez de resolver.
Sim. O kit é virtual: não tem saldo próprio, e a baixa acontece nos componentes no momento do fluxo comercial. A composição fica guardada em histórico, o total do kit é rateado entre os componentes e cada um leva os próprios dados fiscais para a nota. A venda conclui mesmo sem saldo suficiente: o saldo para em zero e a falta é registrada como alerta. O recurso depende do script aplicado na implantação e da homologação contábil e fiscal do ambiente.
Próximo passo
Conte como o produto é cadastrado, vendido e contado hoje. A equipe ajuda a definir por onde começar e o que precisa estar configurado antes.
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